Mostrando postagens com marcador CFESS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CFESS. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Recadastramento nacional obrigatório


 Atenção Assistentes Sociais!


A partir de 1º de março de 2016, assistentes sociais de todo o Brasil deverão se recadastrar no CRESS em que estiverem com inscrição ativa, momento em que poderão participar da pesquisa sobre o perfil profissional e optar pela emissão do novo documento de identidade profissional. Este é o prazo previsto na Resolução CFESS nº 727/2015, que altera a Resolução CFESS nº 696/2014.

A prorrogação justifica-se pela necessidade de sincronia entre diferentes organizações para efetivação desta ação, desde o desenvolvimento de novos sistemas à alteração do processo de trabalho, bem como treinamento para o conjunto de trabalhadores/as dos respectivos CRESS.

O recadastramento é simples, obrigatório e será feito online, pela internet. Para participar, assistentes sociais terão até 31 de dezembro de 2016 para acessar o sistema online da campanha ‘Viva sua identidade’, que será disponibilizado na página do CRESS, e fornecer as informações necessárias.

Além de fornecer as informações, o/a assistente social, no momento do recadastramento, será convidado/a a preencher um questionário referente à Pesquisa sobre o Perfil da/o Assistente Social e Realidade do Exercício Profissional. Esta etapa é opcional, mas fundamental para subsidiar e fortalecer as ações do Conjunto CFESS-CRESS na defesa do exercício profissional, que sofre cotidianamente com a precarização dos serviços públicos, com a banalização da vida social e com a deterioração das condições e relações de trabalho.
 
“A ideia é atualizar os dados de toda a categoria e o perfil de assistentes sociais, para melhor conhecer a realidade do exercício profissional no Brasil e aprimorar a comunicação do Conjunto CFESS-CRESS com os/as profissionais, bem como oferecer maior segurança ao documento de identidade profissional”, relata a coordenadora da Comissão Administrativo-financeira do CFESS, Sandra Teixeira.
 
Novo documento de identidade profissional (DIP)

A partir do dia 1º de março de 2016, assistentes sociais que realizarem inscrições nos CRESS/Seccionais receberão o novo documento de identidade profissional, que será um cartão com chip, para trazer mais segurança e adaptação à nova realidade tecnológica.
 
Para quem já tem inscrição ativa no CRESS, a substituição pelo novo documento profissional é opcional. Quem tiver interesse poderá, após realizar o recadastramento pela internet, imprimir o formulário, assinar no local especificado e encaminhá-lo, pelos Correios, ao endereço indicado, juntamente com uma foto 3x4 e o comprovante do pagamento da taxa de emissão do documento.
 
Em breve, estará disponível o site oficial da campanha ‘Viva sua Identidade’. 






FONTE: CRESS 16ª REGIÃO: http://www.cress16.org.br/home

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Minha verdinha chegou!

Pessoal, venho partilhar com vocês o momento em que a minha carteira de identidade profissional chegou em minhas mãos! É apenas o registro de um começo. Ainda tenho muito chão pela frente... Que eu tenha forças para seguir adiante. 

Priscila Morais


terça-feira, 17 de março de 2015

Dia Mundial do Serviço Social

Hoje é o Dia Mundial do Serviço Social!
O Dia Mundial do Serviço Social é uma data instituída pela Federação Internacional de Assistentes Sociais (FITS). Ele é comemorado na terceira terça-feira do mês de março. Em 2015, a data cai nesta terça-feira, 17 de março.
É importante destacar que para além das comemorações é necessário refletirmos sobre a atual conjuntura mundial e em especial a do Brasil, tendo em vista a perspectiva ampliada da defesa dos princípios ético-políticos da liberdade, democracia, dos direitos humanos e do combate à desigualdade, conforme a direção do projeto profissional do serviço social brasileiro.

"Serviço Social se faz na LUTA"!

 Abaixo segue um links com mais informações sobre a data: 



 

terça-feira, 13 de maio de 2014

Na copa, comemorar o quê? Queremos saúde e transporte públicos de qualidade! Queremos moradia digna!

O CFESS comemora o dia do assistente social lançando a Campanha do Dia do/a Assistente Social de 2014, em defesa do direito à cidade.

 Imagem mostra trabalhador em transporte coletivo lotado e os dizeres: na copa, comemorar o quê? nosso grito é por transporte público de qualidade

 

“Na Copa, comemorar o quê?”. É com este mote criativo e provocativo que o Conjunto CFESS-CRESS apresenta o material alusivo ao Dia do/a Assistente Social 2014, celebrado em 15 de maio. A campanha foi elaborada a partir da temática “Serviço social na defesa do direito à cidade no contexto dos megaeventos”, definida pelo 42º Encontro Nacional CFESS-CRESS, realizado em 2013.

 

O assunto já vem sendo debatido pelo Conjunto CFESS-CRESS há alguns anos. As participações do Conselho Federal nas conferências nacionais das Cidades (2010 e 2013), a realização de um seminário sobre serviço social e questão urbana (2011) e a articulação do CFESS com o Fórum Nacional de Reforma Urbana (FNRU) demonstram que o serviço social brasileiro vem acumulando conhecimento na área. E agora, com a proximidade dos megaeventos, principalmente da Copa, assistentes sociais do Brasil precisam marcar posicionamento crítico às questões postas e as que estão por vir.

 

Afinal, debater as cidades nunca se resumiu somente à infraestrutura ou à moradia: significa trazer à tona temas que estão interligados, como saúde, educação, segurança, transportes, cultura, lazer... Inclusive as relações humanas que as cidades propiciam! 

 

Não à toa que, em junho de 2013, o Brasil foi tomado por inúmeras manifestações exigindo melhorias, principalmente na área da educação e da saúde. “Da Copa eu abro mão, eu quero mais dinheiro para a saúde e a educação” foi uma das palavras de ordem que tomaram conta das mobilizações por todo o país.

 

Tudo isso se contrapõe ao discurso dominante de que os megaeventos deixarão um legado sociourbano e socioambiental positivos. O que se vê, até o momento, são altos investimentos em estádios, sendo que muitos deles se tornarão “elefantes brancos”, além de obras emergenciais de pouca resolutividade, que estão longe de atender à demanda da população, bem como diversas denúncias de superfaturamento.

 

Bom destacar, ainda, a série de violações de direitos humanos que a população mais pobre vem sofrendo: despejos e desapropriações truculentos de pessoas em assentamentos informais.

 

Isso sem contar as mortes de operários nas obras para a construção de estádios e até mesmo denúncias de que trabalhadores migrantes teriam sido encontrados em situação análoga a de escravos na obra de ampliação do aeroporto de Guarulhos (SP). Ou seja, a classe trabalhadora continua sendo esmagada e violada em seus direitos.
 

Imagem mostra mulher com recém-nascido em fila de hospital e os dizeres: na copa, comemorar o quê? nosso grito é por saúde pública de qualidade 

Queremos saúde e transporte públicos de qualidade! Queremos moradia digna!
Se não há motivos para comemorar, sobram razões para protestar! Porque a Copa está servindo para escancarar os contrastes da sociedade brasileira, escancarar que o capital é, mais uma vez, colocado em primeiro plano, deixando a população à mingua e massacrada pelo não atendimento às suas necessidades.
 
O material alusivo ao Dia do/a Assistente Social 2014 não só alerta que não há o que se comemorar com a Copa, mas também reafirma a necessidade urgente de três direitos garantidos pela Constituição Federal de 1988, e que não são priorizados pelo poder público.
 
As imagens da campanha tiveram como palco Brasília (DF). A cidade, que deveria ser exemplo para o país, já que é a capital federal, confirma sua referência negativa de ser a capital da corrupção, das desigualdades e dos contrastes.
 
A fotografia sobre moradia, por exemplo, foi feita numa comunidade a pouco mais de quatro quilômetros do Congresso Nacional. As imagens sobre o transporte e saúde revelam o descaso do Estado com a classe trabalhadora, que sofre, cotidianamente, com as péssimas condições dos coletivos e com a falta de atendimento nos hospitais e postos de saúde não só em Brasília, mas por todo Brasil.
 
E foi nesse mesma cidade sede da Copa que se construiu o estádio mais caro deste megaevento. O Estádio Nacional Mané Garrincha, segundo noticiado por vários meios de comunicação, tem um custo final estimado em R$1,9 bilhões. Ainda conforme a mídia, levando-se em consideração o resultado operacional com jogos e eventos obtidos em um ano após a conclusão da obra, cerca de R$1.137 milhões, serão precisos 1.167 anos para recuperar o que se gastou.
 
Está ou não está explicado por que a Copa vem escancarar as nossas mazelas? Afinal, não se vê o mesmo ânimo dos governantes para investir dinheiro público em direito social, como a educação pública, saúde pública, moradia, transporte etc.


Imagem mostra deficiente físico em frente a um barraco com péssimas condições de habitação e acessibilidade e os dizeres: na copa, comemorar o quê? nosso grito é por moradia digna

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Dia Internacional de combate a violência sexual contra crianças e adolescentes



 
 
Hoje é o Dia Nacional de Combate à Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes. E se denunciar é proteger, que tal compartilhar esta mensagem? Afinal, somos assistentes sociais e nós denunciamos!
 

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Vem aí a Conferência Mundial de Serviço Social 2014


 Evento já está com inscrições abertas, inclusive para envio de trabalhos 

 

 

Com o tema “Promover a igualdade social e econômica: respostas do serviço social e do desenvolvimento social”, a próxima conferência mundial promovida conjuntamente pela Associação Internacional de Escolas de Serviço Social (IASSW/AIETS), pelo Conselho Internacional de Bem-estar Social (ICSW) e pela Federação Internacional de Assistentes Sociais (FITS) ocorrerá entre 9 e 12 de julho em Melbourne (Austrália) e já está com inscrições abertas. O nome oficial do evento será Conferência Mundial Conjunta de Serviço Social, Educação e Desenvolvimento Social.
A estratégia de organização conjunta entre as organizações promotoras iniciou com as conferências mundiais realizadas em Hong Kong (2010) e em Estocolmo (2012). O Conjunto CFESS-CRESS, nos seus Encontros Nacionais, no âmbito das Relações Internacionais, tem deliberado por incentivar a participação e apresentação de trabalhos científicos, pesquisas, relatos de experiências produzidos e realizados pela categoria, como forma de divulgar e compartilhar os conhecimentos sobre matérias do serviço social.
“Por isso, divulgamos junto à categoria este evento internacional, dando continuidade à inserção qualificada e com a direção ético-política assumida pelo serviço social brasileiro”, convida a conselheira do CFESS Esther Lemos, da Comissão de Relações Internacionais do Conselho Federal.
Quem tiver interesse em participar ou enviar trabalhos já pode acessar o site:  sarah@wsm.com.au. 
A página virtual da Conferência também traz informações sobre a cidade de Melbourne, hospedagem, visto para entrada na Austrália e participação de estudantes.
A presidente do CFESS, Sâmya Ramos, avalia que é importante a participação de assistentes sociais do Brasil nas conferências mundiais. “A ideia é disseminar nossa produção acadêmica, na perspectiva da defesa do projeto ético-político profissional, bem como para se articular com outros setores críticos da profissão no mundo, a exemplo da participação na reunião do serviço social radical, na Conferência de Estocolmo. Nesse sentido, convidamos os/as assistentes sociais brasileiros/as a enviarem trabalhos para o evento”, completa a conselheira.

 Clique aqui e acesse o site da Conferência 2014 : http://www.swsd2014.org/


FONTE:  Conselho Federal de Serviço Social - CFESS
Gestão Tempo de Luta e Resistência – 2011/2014
Comissão de Comunicação

http://www.cfess.org.br/ 

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Estatuto do Nascituro violenta os direitos humanos das mulheres brasileiras


 Foto de jovem segurando cartaz com os dizeres: Estatuto do Nascituro - financiamento estatal do estupro



Direitos humanos das mulheres. Este é um tema que, à primeira vista, parece ser facilmente compreendido pela categoria de assistentes sociais. Entretanto, quando se propõe a destrinchá-lo, falando de questões mais profundas, como o aborto, por exemplo, o debate é tomado por uma enxurrada de opiniões do senso comum, muitas vezes atracadas no moralismo, no conservadorismo e no fundamentalismo religioso.
 
Portanto, o CFESS se manifestar contrário ao Projeto de Lei nº 478/2007 (conhecido como Estatuto do Nascituro), que tramita na Câmara dos Deputados e visa estabelecer os direitos dos embriões, pode gerar incômodo de assistentes sociais e estudantes que ainda não enfrentam este debate de forma teórica, crítica e laica.
 
“O Estatuto do Nascituro é uma agressão à autonomia e aos demais direitos das mulheres. E certamente não é uma estratégia isolada. É a resposta conservadora das bancadas religiosas, inconformadas com as posições do Supremo Tribunal Federal (STF) em reafirmar os direitos que são garantias constitucionais”, critica Marylucia Mesquita, conselheira e coordenadora da Comissão de Ética Direitos Humanos (CEDH/CFESS).
 
O Estatuto, além de transformar em crime situações de abortamento permitidas pela Lei, como nos casos de estupro, gravidez com riscos à saúde materna e gravidez de fetos anencefálicos, estabelece proteção total ao que o projeto define como nascituro e torna a maternidade compulsória, ou seja, a mulher será obrigada a suportar a gravidez resultante do crime de estupro, demonstrando um profundo retrocesso à luta dos direitos humanos das mulheres.
 
“O fato de termos um corpo biológico que nos possibilita viver a maternidade não pode resultar em obrigação. A maternidade, como experiência humana, é uma construção sócio-histórica e como sujeitos éticos, com autonomia e responsabilidade, as mulheres são capazes de decidir sobre viver ou não esta experiência. O Estado e as religiões fundamentalistas não têm o direito de interferir. É preciso enfrentar a ideologia patriarcal reproduzida por meio da mídia hegemônica, pelas religiões fundamentalistas e pelo próprio Estado, que disseminam a maternidade compulsória e, equivocadamente, o chamado ‘instinto materno’”, enfatiza a Conselheira Marylucia.
 
“Bolsa estupro”
Os absurdos do Estatuto do Nascituro não param por aí. O texto propõe que o estuprador genitor seja identificado e responsável por pagar uma pensão alimentícia até a maioridade. Caso ele não seja identificado, o Estado assumirá essa tarefa. “Por isso, este projeto tem sido chamado pelo movimentos feministas e de mulheres também de ‘Bolsa Estupro’. Ele naturaliza a violência contra a mulher, respalda este crime hediondo (o estupro) e, ao criminalizar o aborto, coloca a pessoa violentada no mesmo patamar do estuprador”, alertou Marylucia.
 
O PL nº 478/2007, de autoria dos Luiz Bassuma (PT/BA )e Miguel Martini (PHS/MG), está na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados, após ter sido aprovado no dia 5 de junho na Comissão de Finanças e Tributação (CTF).


FONTE: CEFSS.

Veja mais em: http://www.cfess.org.br/

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Parabéns, assistente social!

Neste 15 de maio, divulgue a profissão e a nossa luta contra a exploração! 

 

 

 

Cartaz do dia do/a assistente social com foto de operário e os dizeres: colaborador para o lucro do patrão? Chega de exploração! 

Artes para as comemorações do Dia do/a Assistente Social 2013 (Fotos: Bruno Costa e Silva / Criação: Rafael Werkema)

 

 

Parabéns, assistente social! Parabéns para você que luta cotidianamente por uma sociedade justa e igualitária. Parabéns para você que luta contra toda forma de opressão e exploração.
Exploração esta que o Conjunto CFESS-CRESS denuncia no material alusivo ao 15 de maio de 2013. Porque a data não é só para dar destaque ao Serviço Social e à categoria, mas também ao posicionamento político da profissão. E o grito deste ano é “chega de exploração da classe trabalhadora”.
 Exploração que é comumente associada à ausência de direitos trabalhistas e até mesmo ao trabalho escravo. E que,na lógica do capital,não tem se dado só da forma escancarada, como nos exemplos acima, mas também de forma perniciosa, por meio de discursos que alienam e desmobilizam trabalhadores e trabalhadoras em todo o Brasil.
 Diariamente, assistentes sociais e outras trabalhadoras do Brasil se veem obrigadas a serem "polivalentes", como as instituições empregadoras impõem, com jornadas triplas de trabalho, exercendo múltiplas funções, mas recebendo salários insuficientes para uma vida digna.
 Assistentes sociais e outros trabalhadores brasileiros são chamados de "colaboradores", mas ao final do mês percebem que não receberam nada em troca; que quem lucrou foram somente as pessoas que controlam as instituições empregadoras.
A conjuntura, portanto, desafia a categoria a enfrentar o avanço do conservadorismo; o desrespeito aos direitos humanos; as ameaças frequentes à liberdade de expressão do pensamento; o retrocesso nas políticas públicas, cada vez mais voltadas para os interesses do mercado e do grande capital; a responsabilização dos indivíduos pela sua própria proteção; a precarização do trabalho.
 “Somente a força coletiva, manifestada pela classe trabalhadora, nos permitirá moldar com nossas próprias mãos uma nova ordem societária sem dominação-exploração de classe, etnia e gênero”, defende a presidente do CFESS, Sâmya Ramos.
  

FONTE:  http://www.cfess.org.br/

quinta-feira, 9 de maio de 2013

terça-feira, 7 de maio de 2013

PL Educação poderá ser votado amanhã em Comissão da Câmara

Projeto já tem parecer favorável. Mobilização da categoria é fundamental 

 

Capa do livro Subsídios para a atuação de assistentes sociais na política de educação

 Capa da publicação lançada recentemente pelo CFESS sobre a temática (arte: Anne Franco)

A estratégia de articulação conjunta do CFESS com o Conselho Federal de Psicologia (CFP) para aprovação do Projeto de Lei n.º 3688/2000, conhecido como PL Educação, está surtindo efeitos. O projeto, que na última semana recebeu parecer favorável da relatora, deputada Keiko Ota (SP), foi colocado na pauta da Comissão de Educação nesta quarta-feira, 8 de maio e poderá ser votado,
passando para a próxima etapa, caso seja aprovado. O PL consta como primeiro item da ordem do dia.

O CFESS estará presente à reunião, que ocorrerá no plenário 10 do anexo 2 da Câmara dos Deputados, em Brasília (DF), às 10h. A participação da categoria é fundamental, para pressionar os/as parlamentares e mostrar a importância da aprovação do Projeto de Lei. Compareça à reunião da Comissão nesta quarta-feira!

É importante ressaltar que a relatora aprovou o PL exatamente conforme o substitutivo oriundo do Senado Federal. Era justamente como desejavam os dois Conselhos, que por diversas vezes se reuniram com Keiko Ota.

Caso seja aprovado amanhã, o PL 3688/2000 irá para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara (CCJC), quando será analisado somente em referência à constitucionalidade. Após aprovação na CCJC, o projeto segue para o plenário da casa, a fim de ser votado pelos/as deputados/as.

Parecer favorável da deputada Keiko Ota: http://www.cfess.org.br/parecer-keiko-ota-2013.pdf


quarta-feira, 1 de maio de 2013

Primeiro de maio é dia de luta!

Cartaz do dia do/a assistente social com trabalhadora e os dizeres: Polivalente: trabalha por cinco recebendo por uma? Chega de Exploração! 
Artes para as comemorações do Dia do/a Assistente Social 2013 (Fotos: Bruno Costa e Silva / Criação: Rafael Werkema)
 
 
Este ano, para celebrar o 1º de maio, dia que homenageia trabalhadores e trabalhadoras em todo o mundo, o CFESS, ao invés de lançar um manifesto específico para data, como tem feito nos últimos anos, destaca duas ações ligadas diretamente à defesa das condições de trabalho e que devem pautar o mês de maio da categoria.
 
A primeira dela é o tema das comemorações do Dia do/a Assistente Social 2013, "Serviço Social na luta contra a exploração do trabalho". Quando se fala em exploração do trabalho, é comum associar o termo à ausência de direitos trabalhistas e até mesmo ao trabalho escravo. Mas na lógica do capital, a exploração da classe trabalhadora se dá não só da forma escancarada como nos exemplos acima, mas também de forma perniciosa, por meio de discursos que alienam e desmobilizam trabalhadores e trabalhadoras em todo o Brasil.
 
Esta é a denúncia que o Conjunto CFESS-CRESS traz nas artes que ilustram as comemorações do Dia do/a Assistente Social 2013, mas que cabem muito bem à celebração do primeiro de maio.
 “O tema do 15 de maio deste ano reafirma os valores e princípios do projeto ético-político profissional do Serviço Social brasileiro, pautado na construção de uma sociedade livre de toda forma de exploração e mercantilização da vida”, ressalta o CFESS Manifesta elaborado para a data.
 
O Manifesto destaca, ainda, as várias estratégias implementadas na luta política do Conjunto CFESS-CRESS em relação às condições de trabalho: a luta pela implementação da Lei das 30 horas; as articulações pela aprovação do PL do piso salarial; a resolução sobre as condições éticas e técnicas do exercício profissional (Resolução n. 493/2006); a realização da campanha pela realização de concurso público para assistentes sociais em diferentes espaços sócio ocupacionais; a promoção de seminários nacionais para analisar questões e desafios referentes ao trabalho profissional; a elaboração de Parâmetros/subsídios para atuação de assistentes sociais nas áreas da saúde, assistência social e educação. E, sobretudo, todas as articulações do CFESS com os Movimentos sociais que se colocam numa perspectiva emancipatória.

 

domingo, 28 de abril de 2013

Para romper a herança da escravidão

 Foto de trabalhadora doméstica com a carteira de trabalho na mão e os dizeres "para romper a herança da escravidão"
 Arte do CFESS Manifesta que comemorativo ao trabalho doméstico e às pessoas que realizam este trabalho (foto: Bruno Costa e Silva)
 

Se você compartilha da ideia difundida pela grande mídia de que Emenda Constitucional 72/2013, que altera as normas do trabalho doméstico no Brasil, é uma mudança que vai pesar no seu bolso, vão aí três dicas. Primeira: mude de canal. Segunda: leia o CFESS Manifesta do Dia Nacional do Trabalho Doméstico que está logo no link abaixo. E terceira: mude seus conceitos! A Lei aprovada no dia 2 de abril deste ano que altera a Constituição Federal é considerada um dos maiores avanços para trabalhadoras e trabalhadores domésticos no país. Trabalho este que tem sua origem no período colonial e é uma herança da escravidão, como explicou a assessora do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea), Luana Natielle Basílio e Silva, em artigo publicado no site da entidade: “Nem é preciso uma profunda análise crítica para perceber a mentalidade da ‘benesse’ que era concedida às trabalhadoras que tinham o ‘direito’ de ficar na Casa Grande com os Senhores, acompanhar as Sinhás, servir de ama de leite, ser objeto sexual para a livre utilização de seus corpos pelos homens da casa e, muitas vezes, nem precisavam ficar na senzala com os demais negros escravizados. ‘Afinal, do que elas poderiam reclamar?’, perguntavam-se os senhores de negros escravizados”. E agora que o Estado e a sociedade, com a nova lei, têm a possibilidade de reparar uma violação de direitos que trabalhadores e, principalmente, trabalhadoras domésticas sofreram durante séculos (e ainda sofrem), grupos conservadores, apoiados pela mídia, tentam difundir a ideia de que a mudança é um “peso para o orçamento das famílias brasileiras”. Para discutir estas questões e comemorar o dia nacional que homenageia trabalhadoras e trabalhadores domésticos (27 de abril), o CFESS elaborou um manifesto sobre a temática. “Com aproximadamente sete milhões de pessoas nesta situação de trabalho no Brasil, sendo que 95% são mulheres e 61% dessas são negras, conforme dados da Secretaria de Política para Mulheres da Presidência da República (SPM), ainda convivemos com relações trabalhistas marcadas pelo sexismo, racismo, precarização, informalidade e não reconhecimento de direitos já conquistados legalmente há décadas, como o registro em Carteira Profissional, cujo dispositivo legal existe há mais de 40 anos, com a Lei 5.859, de 11 de dezembro de 1972”, problematiza trecho do documento. O CFESS Manifesta afirma ainda que a realidade cotidiana, muitas vezes, angustiante e pesada, mas também marcada por limites e possibilidades, deve ser o solo no qual a categoria de assistentes sociais se pautará, visando contribuir para o fortalecimento da organização da classe trabalhadora e a ampliação de direitos.


 leia o CFESS Manifesta do Dia Nacional do Trabalho Doméstico: http://www.cfess.org.br/arquivos/cfessmanifesta_trabalhodomestico2013-site








segunda-feira, 8 de abril de 2013

Novo site do CFESS

Você já conhece o novo site do CFESS? Mais acessível e dinâmico, a nova página virtual do Conselho Federal traz avanços na apresentação e na navegação, além das notícias, materiais e publicações que podem ser acessados online. Clique no link e saiba mais sobre essa novidade! 
http://www.cfess.org.br/visualizar/noticia/cod/937 
 

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Folder para a mídia: CFESS lança novo material sobre o Serviço Social

Guia básico mostra porque o/a assistente social pode ser fonte para a imprensa

 


Você já ouviu falar sobre assistentes sociais? Quem são e o que fazem? Onde trabalham? Que podem ser importantes fontes de informação para a imprensa? Para responder a estas e a outras dúvidas, o CFESS lançou o folder "Assistentes sociais: um guia básico para conhecer um pouco mais sobre esta categoria profissional".  A peça cumpre mais uma deliberação do 40º Encontro Nacional do Conjunto CFESS-CRESS, realizado em Brasília (DF), em 2011, que definiu por "Elaborar material destinado à mídia, jornalistas e outros segmentos, contendo informações sobre o Serviço Social, a partir do que já existe produzido no Conjunto, até o Encontro Nacional CFESS-CRESS de 2012".

No documento, que contou com a contribuição de diversos CRESS, é possível se ter ideia de um perfil geral da categoria no Brasil, além de citar quais os instrumentos jurídicos que normatizam a atuação de profissionais do serviço social. O folder tem também o objetivo de mostrar à imprensa que o/a assistente social está inserido/a em uma série de espaços profissionais e constitui uma importante fonte para a mídia.

O material foi aprovado no Encontro Nacional deste ano, que ocorreu em setembro em Palmas (TO) e agora está disponível nos CRESS e Seccionais de todo o Brasil. "Nele, é possível encontrar também informações básicas sobre o/a assistente social, profissional que orienta a população em relação ao acesso e à garantia de seus direitos, como mediação estratégica para a construção de uma sociedade emancipada", destaca a coordenadora da Comissão de Comunicação do CFESS, Sâmya Ramos.

O folder "Assistentes sociais" traz ainda informações sobre o trabalho multidisciplinar em que pode se inserir este/a profissional, bem como a diferença entre os conceitos de Serviço Social, Assistente Social, Assistência Social e Assistencialismo, frequentemente utilizados de maneira equivocada.

Clique aqui, leia de divulgue o folder sobre a categoria de assistentes sociais http://cfess.org.br/arquivos/deliberacao3comunica-material-midia-POSNACIONAL-final.pdf


 Curta o CFESS no Facebook e siga-nos no Twitter

 No Facebook: http://www.facebook.com/CfessOficial
 No Twitter: https://twitter.com/#%21/CfessOficial
No Youtube:  http://www.youtube.com/user/CFESSvideos