sexta-feira, 17 de julho de 2015

Indicação para leitura

Pessoal, estou passando para indicar mais uma leitura, ainda não iniciei esta, mas desde já, deixo aqui minha indicação, pois possivelmente este livro será o próximo depois de uma revisão geral de tudo que venho lendo nos últimos meses. A revisão se faz necessária no meu caso, pois dei uma pausa nos estudos  (pausa esta maior do que eu planejei, mas foi preciso...). Pretendo passar uns dias nessa revisão, depois retomar a leitura que parei e iniciar a deste livro que indico agora. 
Bom, além do livro que está disponível para compra na internet em várias bibliotecas virtuais, também tenho uma espécie de resumo do livro, para ajudar a introduzir a leitura do mesmo. Deixo a baixo o link. 





Capa do livro indicado

 História Social Dos Direitos Humanos - 3ª Ed. - 2011

 

domingo, 31 de maio de 2015

SOBRE O MOMENTO ATUAL - PARA REFLETIR



 Pessoal, estou postando esse texto, pois o mesmo dialoga intimamente com a leitura que estou fazendo, o livro 5- biblioteca básica do Serviço Social - Estados, Classes e Movimentos sociais, por isso resolvi compartilhar esse texto com vocês.

Boa leitura e bons estudos!

Priscila





Por Ivo Tonet - Professor Doutor da Universidade Federal de Alagoas.



O que deveria espantar, hoje, não é que:
- SE SUPRIMAM DIREITOS;
- SE CORTEM GASTOS PARA A SAÚDE, A EDUCAÇÃO, ETC.;
- SE DIFICULTE O ACESSO À APOSENTADORIA, AO SEGURO-DESEMPREGO, À PENSÃO POR MORTE;
- SE AUMENTEM OS GANHOS DO JUDICIÁRIO E DOS POLÍTICOS;
- SE APROVE A CONSTRUÇÃO DE UM SHOPPING NO CONGRESSO;
- SE APROVE UM PROJETO DE TERCEIRIZAÇÃO;
- SE PROPONHA DIMINUIR OS SALÁRIOS PARA "GARANTIR" EMPREGOS;
- SE DESTINE QUASE A METADE DOR ORÇAMENTO NACIONAL PARA O PAGAMENTO DE RENTISTAS;
- SE AMPLIE A PRIVATIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO, DA SAÚDE, DA PREVIDÊNCIA, ETC.;
- SE AMPLIE A DEVASTAÇÃO DO MEIO-AMBIENTE;
- AUMENTEM ESCANDALOSAMENTE OS LUCROS DOS BANCOS;
- SE ATAQUEM BRUTALMENTE AS COMUNIDADES INDÍGENAS;
- SE AMPLIE A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS
-E UMA INFINIDADE DE OUTRAS BARBARIDADES.
Tudo isso, e muito mais, é certamente, grave, gravíssimo. Mas é da lógica do capital em crise recorrer a todos esse meios para enfrentá-la. O capital só pode enfrentar as suas crises descarregando todo o seu peso sobre as costas dos trabalhadores.
Indignar-se, denunciar e até resistir a isso é, sem dúvida, muito importante. MAS É POUCO, INSUFICIENTE E NÃO APONTA PARA O PRINCIPAL.

O que deveria estarrecer e incentivar a reflexão é:
- POR QUE OS TRABALHADORES NÃO SE REVOLTAM EM PESO CONTRA ESSAS MEDIDAS?
- POR QUE ATÉ PARTE DOS TRABALHADORES APOIA ALGUMAS DESSAS MEDIDAS?
- POR QUE É UM GOVERNO, DIRIGIDO POR UM PARTIDO QUE SE DIZ DOS TRABALHADORES, QUE FAZ OU PERMITE TUDO ISSO?
- POR QUE A MAIORIA DAS CENTRAIS SINDICAIS E DOS SINDICATOS, QUE DEVERIAM REPRESENTAR OS INTERESSES DOS TRABALHADORES, APOIA UM GOVERNO QUE FAZ TUDO ISSO?
- POR QUE, APESAR DE MILHÕES DE PESSOAS FAZEREM MASSIVAS MANIFESTAÇÕES CONTRÁRIAS A TUDO ISSO, EM VÁRIOS PAÍSES, O MASSACRE DOS TRABALHADORES CONTINUA?

É urgente, muito urgente, entender por que se chegou a essa situação.
Uma resposta mais ampla e profunda a essas questões implicaria um exame crítico das lutas travadas entre capital e trabalho ao longo desses últimos cento e cinquenta anos.
Gostaria de apontar, aqui, apenas o que me parece ser o cerne da questão. Esse reside, a meu ver, no fato de que, durante décadas, os trabalhadores foram educados, pela maioria dos partidos de esquerda e dos organismos sindicais, para lutar COM o capital e COM o Estado e não CONTRA o capital e CONTRA o Estado. Isso levou os trabalhadores a perder de vista a perspectiva revolucionária - mudança radical do sistema social - e a assumir a perspectiva reformista - melhorar a sociedade através de pequenas e gradativas conquistas.
A oposição radical entre capital e trabalho e o insucesso de todas as tentativas reformistas desmentem categoricamente essa possibilidade.
Impõe-se, por isso, com a máxima urgência, a recuperação da perspectiva revolucionária, única que pode resolver os problemas da humanidade. Seu núcleo fundamental é a erradicação integral do capital, do Estado e do trabalho assalariado. Para isso é preciso resgatar o trabalho como categoria fundante do mundo social, a classe operária como sujeito fundamental (embora não único) da revolução e o trabalho associado como norteador e fundamento de uma autêntica sociabilidade humana.
A independência ideológica, política e organizativa dos trabalhadores é o único caminho que pode torná-los capazes de fazer frente aos ataques do capital e dirigir um processo radical de transformação social.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Mestrado, doutorado, especialização ou MBA? Saiba o que é cada curso e faça a sua escolha

FONTE DO TEXTO: 
 http://guiadoestudante.abril.com.br/pos-graduacao/mestrado-doutorado-especializacao-ou-mba-saiba-cada-curso-faca-sua-escolha-773354.shtml?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_guiadoestudante#.U2e5lsn3JF8.facebook

Diferentes opções de pós-graduação servem para diferentes perfis e objetivos


É preciso atenção: o curso de pós que seu colega faz nem sempre é o mais adequado a seu perfil e seus objetivos. Para fazer a melhor opção, a primeira coisa a saber é que existem dois grandes grupos de cursos. De um lado, estão os stricto sensu (expressão latina que significa sentido restrito). Incluem-se nessa categoria os mestrados (também conhecidos como mestrados acadêmicos), mestrados profissionais, doutorados e pós-doutorados. De outro lado, estão os cursos lato sensu (sentido amplo), que comportam especializações e MBAs.
Os programas stricto sensu têm foco na formação de pesquisadores e professores universitários – ou seja, são, no geral, indicados para quem segue carreira acadêmica. Ainda assim, é comum encontrar nesses programas pessoas que atuam não em faculdades, mas em empresas. De todo modo, sem o diploma de um curso stricto sensu é impossível seguir a carreira acadêmica. “O aluno de uma pós stricto sensu adquire um nível de conhecimento mais aprofundado, uma vez que estes cursos são bastante exigentes do ponto de vista acadêmico, estimulando a reflexão teórica”, diz Lívio Amaral, diretor de avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Já os cursos lato sensu são a opção ideal para quem já tem uma rotina diária de trabalho e busca aperfeiçoamento profissional. O objetivo é ganhar competências específicas, de aplicação prática, para facilitar a ascensão na carreira, mudar de área ou se adaptar a um novo cargo dentro da empresa em que trabalha. Definir-se por um stricto ou um lato sensu é a primeira escolha a fazer.
 
Critério de decisão
 
 Uma boa maneira para encontrar a modalidade ideal de curso é imaginar como será o dia a dia num curso lato sensu ou num stricto sensu. Nos lato sensu, os cursos são mais breves e desenhados para a rotina corrida de quem trabalha: as atividades e os trabalhos podem ser feitos nas horas livres, sem comprometer muito a vida profissional.

No geral, as aulas acontecem à noite, só em alguns dias úteis, ou com uma carga horária mais puxada nos fins de semana. Já os cursos de mestrado e doutorado, a princípio, pedem dedicação integral. Se você acredita que um curso stricto sensu seja a opção mais adequada a seus objetivos, prepare-se: você provavelmente precisará dedicar noites, fins de semana e as férias aos estudos. Também é importante ter alguma flexibilidade de horário no emprego para assistir às aulas e participar de eventos, como congressos, palestras e simpósios.
 
O que considerar na escolha

Confira abaixo uma descrição rápida de cada modalidade de curso de pós. Os destaques em cor referem-se ao perfil do aluno que tem sucesso em cada modalidade. Leve em conta essas indicações para fazer uma boa escolha.






 
 

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Aprovada proposta que proíbe estágio não remunerado


 Atenção!  Boa notícia para os estudantes estagiários!

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou nesta quarta-feira (20) projeto para determinar que todos os estagiários recebam bolsa ou outra forma de contraprestação, independentemente do tipo de estágio.

O autor do PLS 424/2012 http://www.senado.gov.br/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=109147 senador Paulo Paim (PT-RS), argumenta que a Lei dos Estágios (11.788/2008http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11788.htm faz uma série de distinções entre os estágios não obrigatórios e os obrigatórios (cuja carga horária é exigida para a conclusão de alguns cursos técnicos ou de graduação, por exemplo). Nestes, é possível não ocorrer qualquer pagamento. Na opinião do senador, essa prática é discriminatória e poderia levar à exploração da mão de obra de estudantes cujos cursos incluem a obrigatoriedade de realização do estágio.

“Além do aprendizado que a prática do estágio promove, o trabalho realizado pelo estagiário gera benefícios importantes para as partes concedentes e deve, portanto, ser devidamente compensado”, diz ele.

Para a relatora na CAS, senadora Ana Amélia (PP-RS), os estágios obrigatórios oferecidos a título gracioso, sem qualquer tipo de remuneração para os estagiários, são exemplos de "exploração inaceitável de mão de obra", que deveriam ser coibidos pela legislação. A matéria vai à Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), onde terá decisão terminativa.



quarta-feira, 20 de maio de 2015

Luta antimanicomial

Pessoal, em tempos de discussão delicada sobre a luta contra a internação compulsória, compartilho com vocês esse pequeno artigo que trata sobre os maus tratos e abusos cometidos há alguns anos no maior hospício do Brasil. Alguns trechos do texto são bastante fortes e algumas imagens falam por si. Conscientes ou inconscientes, tratam sobre seres humanos, por tanto sujeitos de direitos. 

Vale a reflexão.   


Priscila